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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Porque ninguém liga pra ele?

Imagine esta cena... Você está na fila de um banco para pagar uma conta no valor de R$ 147,97. Quando chega sua vez, você entrega três cédulas de R$ 50,00 e recebe de troco R$ 2,00. E os três centavos? O caixa não devolveu e você também não cobrou... Raramente, o funcionário da instituição bancária devolve cinco centavos e se você for pagar sua conta faltando os mesmos três centavos, muito provavelmente, não conseguirá quitá-la.

No comércio este fato não é diferente... Ou melhor, às vezes recebemos uma "balinha" de troco, mas nenhum comerciante aceita o pagamento com balas. Aceita?

Esta nossa desleixada atitude é, até certo ponto, compreensível porque existe uma cultura no Brasil de que as moedas não têm valor algum em função, especialmente, de décadas com inflação estratosférica. Entretanto, desde o Plano Real, com a economia estabilizada e o dinheiro tendo seu devido valor, as moedas continuam sendo deixadas de lado e as de R$ 0,01, nem se fale!

Queremos fazer você refletir num ponto. Lembra do dito popular: “De grão em grão a galinha enche o papo”. Pois é, onde você acha que vai parar este mundo de centavos? Sim, deve ser uma pequena fortuna em razão da quantidade de recebimentos que os caixas dos bancos e do comércio realizam todos os dias no país e acabam não entregando o troco correto.

É verdade. Por algumas poucas vezes o caixa não nos cobrar alguns míseros centavos... Mas, pode ter certeza, ao final do dia, sem sombra de dúvida, vai sobrar uma boa quantia no bolso do banqueiro ou do comerciante.

Quer fazer um teste? Durante os próximos 30 dias EXIJA seus centavos de troco e guarde em local seguro. Quando completar o mês, confira quanto você economizou.

Nos ajude a fazer com que nossos centavos sejam tão queridos e desejados quanto os cents lá nos Estados Unidos.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

2006: Um bom ano para os negócios

Semana passada a Revista EXAME realizou sua tradicional festa de premiação das melhores e maiores empresas em atuação no país e comemorou também os 40 anos de sucesso desta que é uma das mais respeitadas revista de negócios do Brasil. Nesta oportunidade, foram homenageados os seis empresários que mais influenciaram o ambiente corporativo durante estas quatro décadas (confira as fotos do evento).

Os dados coletados este ano, deixa latente o fortalecimento do setor privado nacional haja vista que na primeira edição das Melhores & Maiores, publicada nos anos 70, haviam apenas 13 empresas com faturamento anual batendo a marca do U$ 1 bilhão, em 2005 eram 125 e agora são 160 empresas. Realmente, 2006 foi um bom ano para os negócios!

O prêmio de EMPRESA DO ANO ficou com a Usina Santa Elisa controlada pela família Biagi e que se tornou uma Potência da Energia Verde. Além disso, foram premiadas as melhores empresas de cada um dos setores avaliados e que poderão ser conferidas na sinopse da Revista Melhores & Maiores 2007.

Mais uma vez, a TAM foi eleita a Melhor Empresa de Transporte, porém em função dos últimos acontecimentos, se declinou de participar da glamurosa festa de premiação em respeito aos familiares das vítimas do vôo 3054.

Realmente, uma atitude muito digna e que deve nortear a gestão da TAM de hoje e de amanhã!

domingo, 12 de agosto de 2007

Valeu paizão!

Hoje se comemora o Dia dos Pais e não poderia deixar esta data passar em branco.

Somente quem já teve a oportunidade de ser pai pode compreender a emoção, a alegria, o amor e também as responsabilidades que todo pai carrega consigo.

Em minha vida, esta é a primeira vez que passarei este dia sem o meu pai... Muita saudade, paizão!

Mas, sei que tudo está nas mãos e no controle de Deus e Ele é soberano sobre todas as coisas... Meu coração e de minha família podem ficar entristecidos por mais algum tempo, mas o coração de Deus não... Deus está feliz, por ter recebido meu pai, seu filho, lá nos céus!

Uma das mais belas e conhecidas parábolas de Jesus Cristo é a do "Filho Pródigo" e representa o amor incondicional de Deus por cada um de nós e acaba espelhando também o amor de cada pai por seu filho.

Vale a pena você recordar:

Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao seu pai: ‘Pai, quero a minha parte da herança’. Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.

Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha, e foi para uma região distante; e lá desperdiçou os seus bens vivendo irresponsavelmente.

Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade. Por isso foi empregar-se com um dos cidadãos daquela região, que o mandou para o seu campo a fim de cuidar de porcos.

Ele desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.

Caindo em si, ele disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome! Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado seu filho; trata-me como um dos teus empregados’. A seguir, levantou-se e foi para seu pai.

Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho; e o abraço e o beijou.

O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado seu filho; trata-me com um dos teus empregados’.

Mas, o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou a vida; estava perdido e foi achado'. E começaram a festejar o seu regresso.

Esta é a nossa sincera homenagem a todos os pais do Brasil.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

A maior empresa do mundo

As estimativas indicam que o faturamento anual desta empresa é de US$ 8 trilhões o que representa mais de 60% de toda a riqueza produzida pela maior economia do mundo, os EUA, e quase 20% do PIB Global que em 2006 bateu a marca dos US$ 47 trilhões.

São 14 milhões de consumidores em todo o mundo. Só no Brasil são mais de 850 mil com idade que variam dos 15 aos 64 anos.

Além de nosso país estar entre os maiores potenciais de consumo, acaba assumindo um papel extremamente importante na cadeia logística global, por que é passagem obrigatória para as entregas no oeste da África e Europa.

A produção mundial anual é iniciada através da plantação de sua principal matéria-prima em mais de 150 mil hectares espalhados pelos quatro cantos do mundo, resultando em cerca de 800 mil a 1000 toneladas de produto bruto. A fábrica da Colômbia é a líder em produtividade com 650 mil toneladas/ano.

O ramo de atividade desta companhia é o mais rentável do mundo do negócios, apesar de toda a perda na comercialização do produto final estimada em 25% da produção total e que ocorre em 80% dos países do planeta. Para você ter uma idéia, no ano de 2005 foram perdidas/apreendidas 271t (toneladas) na Colômbia, 175t nos EUA, 59t na Venezuela, 43t no Equador e apenas 16t no Brasil.

Infelizmente, esta analogia foi realizada com base nos dados do Relatório sobre Drogas no Mundo (World Drugs Report em inglês) elaborado pelo UNODC - Escritório contra Drogas e Crime da ONU.

Conheça a sinopse deste documento em português ou, se preferir, acesse a íntegra do relatório em inglês.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Que saudade da época do "Fio do Bigode"

Não é de hoje que o prestígio, as perspectivas futuras, principalmente jogar no exterior, e o dinheiro são as únicas metas profissionais da grande maioria dos jogadores de futebol em todo o mundo.

E isso não é diferente na seleção brasileira. Vestir a camisa por amor ao país era um prática corriqueira de um passado distante.

O que não poderíamos imaginar é que esta retórica também valesse para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), comandada pelo polêmico Ricardo Teixeira.

A seleção brasileira é patrocinada pela Nike, Vivo e pelo Guaraná Antarctica da Ambev. E estas empresas também colocam suas marcas nos uniformes dos jogadores e de toda a comissão técnica.

Em 2004, a CBF assinou contrato de patrocínio com a Vivo no valor total de R$ 80 milhões pelo período de 10 anos, ou seja, o término deste instrumento se dará no final de 2.014, após a Copa do Mundo de Futebol aqui no Brasil... Essa é a nossa torcida e provavelmente deva ser o motivo pelo qual a CBF tenta voltar atrás nesta negociação (?!?) refletida num contrato assinado entre as partes.

A CBF entrou na Justiça para quebrar este contrato. As especulações do mercado dão conta de que a instituição máxima do futebol brasileiro “percebeu que o valor acertado com a Vivo é baixo porque o patrocínio vai até o final de 2.014”.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manteve a decisão anterior que impede a CBF de quebrar o contrato com seu patrocinador. A CBF alega que vai recorrer desta decisão.

Há décadas, surgiu a expressão no FIO DO BIGODE que precedeu o lacre, a assinatura e a rubrica. Consistia em dar em garantia da palavra empenhada um fio da própria barba, retirado em geral do bigode. De origem controversa, bigode pode ter vindo da antiga expressão germânica pronunciada nos juramentos: “bi Gott”, ou “por Deus”.

Mesmo assim, durante décadas, representou os negócios fechados sem nenhum documento assinado, somente com a palavra do homem. Hoje, esse tipo de negócio também ficou lá no passado... Infelizmente, depois de dada a palavra, apertado as mãos e sacramentado um contrato, com firma reconhecida e registrado em cartório, muitos pessoas, empresas e instituições entram na justiça para se livrar do compromisso assumido.

Que saudade da época do fio do bigode!

Que saudade da época em que a palavra de um homem era sinônimo de honra, de honestidade e de integridade ética de conduta!

Que saudade da época em que a palavra de um homem valia mais do que tudo!

terça-feira, 31 de julho de 2007

Transgênicos: Herói ou Vilão... Eis a questão!

Os transgênicos são organismos geneticamente modificados (OGM), ou seja, são produtos acrescidos de um novo gene ou fragmento de DNA para que desenvolva uma característica específica, como mudanças do valor nutricional ou resistência a pragas.

Ainda existe muita polêmica em torno dos transgênicos no mundo todo, principalmente na Europa e aqui no Brasil, países contrários a este tipo de produto em função dos prováveis riscos econômicos, sociais e ambientais.

Os defensores dos OGMs alegam que a biotecnologia tem o poder de potencializar a produção de alimentos reduzindo a quantidade de brasileiros afetados pela fome.

Na outra ponta, estão os críticos aos alimentos transgênicos compostos por ambientalistas, cientistas e organizações não-governamentais que apontam inúmeros efeitos negativos à saúde humana e ao meio ambiente, os quais muitos ainda são desconhecidos.

Entretanto, por trás desta disputa está um promissor e estratosférico mercado. Há cinco anos o valor do mercado global de cultivos transgênicos foi de US$ 4,25 bilhões e a área mundial de culturas transgênicas era de 58,7 milhões de hectares, crescimento 10% superior em relação a 2001, segundo estimativas da instituição americana ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia)

No Brasil, a Lei de Biossegurança regulamentou a produção e comercialização de organismos geneticamente modificados, definindo que a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) – órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) deve analisar tecnicamente o pedido para o plantio dos transgênicos e um conselho de 11 ministros analisa a permissão ou não para a comercialização desses produtos.

A soja transgênica da gigante americana Monsanto já foi aprovada pela CTNBio e há anos está sendo produzida e comercializada no país e até exportada para aqueles países que não imputaram restrições a este controverso produto. Segundo alguns críticos aos OGMs, a soja transgênica da Monsanto recebeu genes de duas bactérias, um vírus e uma flor para se tornar resistente ao agrotóxico Roundup, da própria Monsanto.

Como sempre procedemos, o CEO da Monsanto, Alfonso Alba, foi procurado e nos enviou o posicionamento da companhia por intermédio de mensagem assinada por Lúcio Pedro Mocsányi, Diretor de Comunicação. Veja a íntegra abaixo:

Recebemos a mensagem de vocês e abaixo segue a posição da empresa sobre os assuntos que você nos questionou. Pedimos desculpas pela demora na resposta desta vez, mas sempre que for preciso, estaremos abertos para esclarecer as dúvidas de vocês com a maior brevidade possível.

A Monsanto desenvolveu a soja Roundup Ready®, geneticamente modificada para ser tolerante a herbicidas à base de glifosato, com o objetivo de controlar de forma mais eficaz e segura o crescimento de plantas daninhas que competem com a cultura principal. Desta forma, os herbicidas à base de glifosato têm efeito somente no mato, sem afetar o desenvolvimento da soja. Seu cultivo e comercialização estão aprovados, hoje, em nove países: Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Canadá, Uruguai, Romênia, África do Sul, México e Brasil.

Para seu desenvolvimento, a soja Roundup Ready® recebeu o gene cp4 EPSPS, proveniente de espécies de bactérias comumente encontradas em diversos tipos de solos, portanto um gene abundantemente encontrado na natureza. Este gene codifica a enzima EPSPS, responsável pela tolerância ao glifosato, que é um princípio ativo comum em herbicidas amplamente utilizados na agricultura, sendo o menos tóxico e menos residual.

No Brasil, a soja RR, como é conhecida, já é cultivada legalmente desde a safra 2005/2006. A escolha pela variedade transgênica entre os agricultores é crescente pelos benefícios que sua cultura apresenta, como a facilidade de manejo, redução de custos e adequação ao sistema de plantio direto, com vantagens para o meio ambiente, como o controle da erosão, redução da compactação do solo e a economia de combustível, máquinas e mão-de-obra.

A tecnologia Roundup Ready® é patenteada pela Monsanto, ou seja, o pagamento pelo seu uso é o reconhecimento do direito de propriedade intelectual e dos estudos realizados para seu desenvolvimento, além de garantir a continuidade da pesquisa e de investimentos no País. Para se ter uma idéia, o investimento da Monsanto em pesquisas é da ordem de US$ 700 milhões por ano no mundo todo para diversas áreas e tecnologias e para que uma nova tecnologia possa ser comercializada, são necessários cerca de 10 a 12 anos. Diferentemente da tecnologia Roundup Ready®, o herbicida da Monsanto, Roundup, à base de glifosato, tem sua patente expirada e, atualmente, há 18 empresas nacionais e estrangeiras e mais de 20 marcas que comercializam herbicidas à base de glifosato no País.

É importante frisar que os produtores podem escolher entre plantar a soja convencional e a variedade transgênica. Além disso, reforçamos que não há dependência à tecnologia, uma vez que a soja é uma espécie predominantemente autopolinizável e, portanto, inviabiliza a possibilidade de cruzamento com outras plantas de soja ou de qualquer outra espécie de culturas vizinhas ou safras posteriores. Outra garantia é que o glifosato, substância a que a soja RR é tolerante, é um herbicida que se degrada naturalmente no solo após ser aplicado, sem deixar resíduo, evitando, inclusive, a contaminação de lençóis freáticos.

Outra empresa ainda não teve a mesma sorte! Uma das mais importantes empresas globais do segmento químico-farmacêutico, a alemã Bayer, viu seu milho transgênico Liberty Link ser aprovado pela CTNBio do MCT, porém a Justiça brasileira barrou sua liberação, aceitando os argumentos de especialistas os quais alegam que o milho da Bayer surgiu do cruzamento com uma bactéria, para também ser resistente a um agrotóxico da própria Bayer.

Da mesma forma, Horstfried Läpple, CEO da Bayer no Brasil foi contatado pelo Blog Ética nos Negócios, porém até a publicação deste post não havíamos recebido nenhum tipo de contato.

O Ministro da Ciência e Tecnologia, o Profº Drº Sérgio Machado Rezende, através de sua assessoria de imprensa, nos enviou o Relatório da CTNBio com os pareceres técnicos dos conselheiros que resultou na aprovação do plantio e da comercialização do milho transgênico da Bayer, mas que só poderá acorrer se a Justiça assim entender.

De acordo com o Greenpeace - ferrenha ONG com atuação global e também defensora dos produtos livres de transgênicos - um Decreto Federal tornou obrigatória a rotulagem com um "T preto dentro de um triângulo amarelo" em todos aqueles produtos que possuem acima de 1% de ingredientes transgênicos em sua composição. Este documento determina ainda que o símbolo deve estar localizado na parte da embalagem que fica diretamente voltada para o consumidor com um tamanho de no mínimo 0,4% dessa superfície.

Segundo o Greenpeace, como nenhuma ou pouquíssimas empresas tem a transparência de rotular seus produtos geneticamente modificados, esta instituição criou o Guia do Consumidor - Lista de Produtos COM e SEM Transgênicos com o objetivo de conscientizar os consumidores brasileiros sobre os riscos dos OGMs e indicar na Lista Vermelha as empresas que comercializam este tipo de produto e na Lista Verde àquelas que não comercializam.

E você é a favor ou contra os transgênicos (OGM)?

. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) abriu Consulta Pública para que toda a sociedade possa fazer sugestões para que seja definido os padrões para procedimentos de avaliação e segurança deste tipo de alimento pela Comissão Técnica da Política Nacional de Biossegurança. Você poder participar até 10/09/07.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Marque em sua agenda e participe

Na primeira semana de agosto, começará a Mostra Sistema Fiesp de Responsabilidade Socioambiental nascida da percepção do Conselho Superior de Responsabilidades Social (Consocial) e do Comitê de Responsabilidade Social (Cores), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), de criar um veículo de comunicação para melhor divulgar as práticas de Responsabilidade Social realizadas pelos diversos setores.

Este evento tem como objetivo mostrar o que as empresas estão fazendo em prol da sociedade e do meio ambiente, divulgando os resultados e as informações quantitativas e qualitativas do Investimento Social Privado e as transformações positivas que promovem nas comunidades onde atual e ainda, em paralelo, abrir um canal de discussão para mudanças que devem ser implantadas nas Leis, para possibilitar ações mais abrangentes e eficazes.

Sob o tema central de “Desenvolvimento Sustentável – Oportunidades na Nova Economia”, o congresso será composto por palestras, mesas redondas/debates, painéis de universidades e apresentações de casos de sucesso sobre os investimentos sociais privados, investimentos públicos, empreendedorismo social, parcerias público-privadas e desenvolvimento sustentável, e serão divididos em três eixos temáticos: Nova Economia, Meio Ambiente e Sustentabilidade (conheça a programação).

Basicamente, as propostas do evento são promover o desenvolvimento de novos projetos de responsabilidade socioambiental empresarial e de novos empreendedores sociais; agregar todos os setores envolvidos, fortalecendo o crescimento e o desenvolvimento da sustentabilidade e propiciar a formação de parcerias e também a multiplicabilidade de projetos já implantados.

Vale a pena você participar!

Maiores informações ou inscrições no site do evento.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Será que agora haverá mudanças?

Este post foi escrito com uma mistura de sentimentos. Tristeza pelas vidas perdidas e pelo sofrimento dos familiares. Revolta por não ter sido feito nada para que pudesse ser evitada mais esta tragédia anunciada. Vergonha de viver num país onde os Inimigos do Brasil e seus partidos-quadrilhas estão mais preocupados com seus próprios e ambiciosos interesses do que com os anseios, necessidades e a satisfação da sociedade. E, esperança de que agora as coisas devem mudar.

As notícias de mais um grave acidente aéreo no pais, me fez recordar 1.994. Era um final de semana com corrida de Fórmula 1. Mas, seria diferente de todos que, especialmente, nós brasileiros, estávamos acostumados. Um acidente fatal nos treinos livres de sexta-feira não foi suficiente para alertar as autoridades e muito menos as pessoas ligadas ao circo da F1 de que algo estava errado e poderia haver a necessidade de cancelar a competição de domingo... Pelo contrário, os envolvidos diziam: Não! É apenas uma fatalidade! O risco de um esporte de altíssima velocidade! Como? São milhões e milhões de dólares em jogo!

No dia seguinte, outro acidente nos treinos classificatórios, agora era a vez do piloto brasileiro Rubens Barrichello... E, também não mudou, absolutamente, nada!

No domingo, novo acidente fatal. A vítima: Ayrton Senna do Brasil... Precisou ser interrompida a carreira e a vida do maior piloto de Formula 1 que o mundo já viu (e verá) para que mudanças significativas fossem aceitas, analisadas e implementadas. Foram investidos milhões de dólares e ainda continuam sendo gastos outros milhões todos os anos para manter a segurança dos pilotos por intermédio de melhorias nas pistas e nos próprios bólidos cada vez mais velozes e furiosos.

Não é de hoje que a aviação nacional está dando sinais de alarme e o que é pior, parece existir uma semelhança com a história daquele trágico final de semana de 1994...

Há alguns anos, um avião da TAM caiu nos arredores de Congonhas, logo após a decolagem, matando todos os seus passageiros e tripulantes. Apesar da região ser forrada de residências, graças a Deus, a tragédia não teve proporções maiores.

As autoridades e pessoas envolvidas disseram: É uma fatalidade! O risco inerente à aviação! Problemas técnicos com o reverso! Etc... Etc... Etc... E, nada foi feito!

Há menos de um ano, um avião da GOL caia na floresta amazônica por problemas ligados a falta de investimentos em infra-estrutura para suportar o crescimento sustentado do setor aéreo nacional. E, mais uma vez, nada foi feito!

De lá para cá, a aviação vive um freqüente e aceito caos.

No início da noite da última terça-feira, mais um grave e trágico acidente o qual já pegou para si o título de maior acidente da história da aviação brasileira... E, esperamos que agora já seja suficiente para que haja profundas e necessárias mudanças as quais deverão ser aceitas e colocadas em prática por governos (independente dos partidos políticos), por empresas e por todos os usuários.

Aos governos caberá, além de ouvir toda a sociedade na busca de soluções enérgicas e implementáveis no curto prazo, investir milhões e milhões de reais em infra-estrutura no médio e longo prazos. As empresas a missão de assumir algum tipo de prejuízo com as imperiosas e urgentes mudanças. E, aos passageiros, se colocar no lugar das famílias das vítimas deste acidente e aceitar perder um pouco mais de tempo e conforto, se sacrificando com o embarque/desembarque em Cumbica ou no ocioso Viracopos para desafogar e dar total segurança às operações de pousos e decolagens no aeroporto de Congonhas.

Ora, uma vida humana é mais preciosa do que tudo isso ou não é? E quanto vale a de duzentas?

Isto, é o mínimo que pode e deve ser feito! Ou precisará ocorrer o próximo maior acidente da história da aviação do Brasil para que seja realizada alguma mudança?

terça-feira, 10 de julho de 2007

Vamos acabar com a CPMF

A CPMF, quando surgiu em 1996, era apenas uma contribuição provisória criada para salvar a saúde pública, uma vez que o Sistema Único de Saúde (SUS) estava em cheque, vivendo grandes tragédias.

Passados 11 anos de sua criação, corremos o risco de que se torne definitiva, contrariando o desejo da população brasileira, que é ser desonerada, liberada deste ônus. Assim, a FIESP - Federação das Indústrias de São Paulo se manifesta contra a suposta necessidade de prorrogação, pelo Governo, da vigência da CPMF.

Para que este apelo seja ouvido e atendido, a FIESP solicita o seu apoio, que poderá ser expresso mediante adesão ao abaixo-assinado eletrônico o qual será encaminhado aos poderes públicos competentes.

Assine você também!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Ele chegou...

Entre desconfianças, elogios e duras críticas, o Simples Nacional, instituído por intermédio da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, entrou em vigor no páis.

Para as entidades integrantes do Fórum Fisco Nacional, o Simples Nacional trará prejuízos e problemas, em virtude de facilitar a sonegação de tributos, a lavagem de dinheiro e a criação de empresas fantasmas; precarizar direitos trabalhistas e previdenciários; reduzir direitos do trabalhador como o FGTS (redução de 8% para 4%); colocar em risco a vida e a saúde da população; fragilizar o consumidor; trazer riscos para a previdência social pública; proporcionar a quebra do pacto federativo; perda de arrecadação para estados mais pobres e municípios; caos urbano; e o Novo Refis desrespeita ao bom contribuinte.

Diferentemente, para o governo federal, o popularmente conhecido Super Simples, tem por objetivo agilizar e unificar o recolhimento de impostos da União, Estados e Municípios e beneficiar empresas com faturamento anual de até 2,4 milhões e assim, contribuir para o crescimento econômico sustentável do Brasil.

Porém, milhares de micro e pequenas empresas espalhadas pelo país não poderão aderir a este novo sistema de tributação.

Tomamos por exemplo, o Estado do Rio de Janeiro que divulgou ter mais de 150 mil empresas impedidas de aderir ao Super Simples, sendo que 119.486 têm pendências com a Fazenda, 28.106 estão inscritas na dívida ativa do estado e 10.617 fazem parte dos dois casos. Além disso, nos últimos 12 meses, apenas 61% das empresas fluminenses pagaram o ICMS todos os meses.

O secretário de Fazenda do município do Rio, Francisco de Almeida e Silva, afirmou que a Prefeitura vai perder R$ 100 milhões anuais de arrecadação com a entrada do novo regime, que abrange 60.000 empresas na cidade, mas espera compensar isso com a legalização de empresas informais.

O tempo vai demonstrar se o micro e pequeno empresário brasileiro será beneficiado com o Super Simples ou se isso será mais um engodo governamental.

- Saiba mais sobre o Super Simples no Último Segundo e sobre todas as mudanças neste link

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Um exemplo de Ética nos Negócios

O programa Aprendiz 4 – O Sócio, veiculado na Rede Record de Televisão e apresentado pelo publicitário Roberto Justus acabou sendo, sem dúvida alguma, o melhor até aqui.

Primeiro, em função do desempenho do próprio apresentador, que a cada temporada, foi deixando de lado um perfil americanizado, inspirado em Donald Trump, para emergir o próprio Roberto Justus, trazendo consigo suas irrefutáveis qualidades tanto do homem como do empresário.

Segundo, pelo escopo do programa que ao invés de selecionar um novo colaborador para o Grupo Newcomm, deu oportunidade para um empreendedor conseguir viabilizar ou potencializar seu sonho através de um sócio competente, de imensa credibilidade, respeitabilidade, conhecimento e recursos disponíveis para investimento.

Parabéns! Que venha o Aprendiz 5, mas desta vez, Roberto Justus busque um novo sócio para um excelente Empreendedorismo Social e assim, tenhamos no país mais uma Instituição do Terceiro Setor contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável. Esta é a nossa sugestão!

Não poderíamos deixar de registrar também o grande exemplo de condução íntegra dos negócios ocorrido numa das salas de reunião que, diferentemente das demais, acabou demitindo dois participantes de uma só vez! Um deles, por fazer menção em se valer de uma atitude nada nobre, nada ética, que visava a prática de suborno para conseguir cumprir os objetivos e ganhar a tarefa, e a do próprio líder da equipe que ficou passivo diante de tamanho disparate.

Lamentavelmente, comportamentos desse tipo estão enraizados na cultura brasileira de levar vantagem em tudo, descrita na Lei de Gérson e seguida à risca por algumas empresas, por inúmeros brasileiros e por uma grande parcela dos políticos deste nosso sofrido e dilapidado país.

Vale a pena você ver ou rever o final deste episódio. Aperte o play!

  • Para saber mais sobre este episódio acesse o Youtube do Bruno de São Paulo

terça-feira, 26 de junho de 2007

Indiana Jones na Amazônia?

A trilogia original do filme Indiana Jones - O Caçador de Aventuras arrecadou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias na década de 80 e agora, o quarto episódio da série já está sendo rodado nos Estados Unidos com previsão de estréia em maio de 2008.

Esta é a primeira foto do ator Harrison Ford, vinte cinco anos mais velho desde que atuou no primeiro filme, num momento de descanso durante as filmagens. Sua marca registrada é o tradicional chapéu que sempre foi fabricado pela indústria brasileira Chapéus Cury, com sede em Campinas/SP.

Mas, o Brasil também tem seu Indiana Jones. Seu nome é Dan Robson, um paulistano que desde 1.999, largou sua profissão de quinze anos para ingressar numa nova carreira, a de Eco Esportista. Desde então, começou a se dedicar as suas aventuras repletas de estudos sócio-econômicos, ciência e psicologia.

Foi aí que nasceu o Projeto Areias365 onde Dan percorreu em 365 dias 8.051km do litoral brasileiro a pé, indo do Chui (RS) até o Oiapoque (AP), visitando 90% das praias (encontre neste link os objetivos, a galeria de fotos, o ranking das mais belas praias, os trajetos, etc.)

Depois disso, vieram o Projeto Amazon-Bike, cruzando o país de Oeste a Leste em 71 dias pela precária Transamazônica utilizando a rodovia como um laboratório a céu aberto; o Projeto Petar61 ficando confinado durante 61 dias na caverna Alambari de Cima, no Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), próximo a divisa entre São Paulo e Paraná para pesquisar o comportamento humano em uma temperatura média de 18 graus e umidade superior a 100%, longe da luz solar e assim, acompanhar as diversas alterações no biorritmo humano; e não parou por aí não, Dan realizou mais 13 projetos-aventura (saiba tudo no site do Dan Robson).

Agora, o Indiana Jones do Brasil embarcou para mais uma super aventura com a principal finalidade de presenciar e registrar as mudanças climáticas na Amazônia. Trata-se do GreenUnion que tem como objetivo percorrer toda a Floresta Amazônica com um Fusca 76 onde Dan Robson e Leo Waack sairam de São Paulo e seguirão pelo litoral brasileiro até Belém do Pará, de balsa seguem em direção a Manaus subindo para Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia até o retorno em São Paulo - previsto para setembro - após percorrer 27.000 km.

Assista aos vídeos do Dan Robson neste link.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

O rei se esqueceu... Estamos no século XXI

Recentemente, o Brasil assistiu o cantor e compositor Roberto Carlos censurar sua biografia (não autorizada) na Justiça.
Para muitos, este fato contraria a Liberdade de Expressão, para outros, o maior vendedor de discos do país, está coberto de razão.
Não queremos aqui discutir se RC está certo ou não, o fato é que o rei apenas se esqueceu de um pequeno detalhe... Estamos no século XXI e todas as novas tecnologias estão aí e são, exatamente elas, inibidoras deste tipo de censura.
Tanto é verdade que o livro Roberto Carlos em Detalhes está circulando, livremente, pela rede mundial de computadores.
Neste episódio, nos deparamos com os principais prejudicados: os fãs do RC; a Editora Planeta que investiu na editoração, publicação e distribuição da obra; e o próprio autor, o jornalista e historiador Paulo Cesar de Araújo, que pesquisou durante 15 longos anos e realizou mais de 200 entrevistas para prestar uma gentil homenagem ao seu maior ídolo.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Conheça o portal Empresa Limpa

O Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção foi lançado no dia 22 de junho de 2006, por iniciativa do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, UniEthos - Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, PATRI - Relações Governamentais & Políticas Públicas, Pnud - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, UNODC - Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime, e o Comitê Brasileiro do Pacto Global com o objetivo principal de mobilizar a sociedade contra todo e qualquer tipo de corrupção, mostrando através de dados e notícias, a forma como a prática da corrupção prejudica o desenvolvimento de um país seja na área econômica ou social.

Agora foi lançado o portal Empresa Limpa - em alusão ao conceito criado pela própria campanha do Pacto Contra Corrupção - como uma forma de divulgar notícias e casos de corrupção com o intuito de acabar com esse tipo de ação tão prejudicial ao país e a toda a sociedade.

Nesse portal você encontrará informações de extrema relevância, dentre elas: o Mundo da Corrupção com notícias, o Mapa da Corrupção Mundial e os Índices de Ética Empresarial e de Ética Governamental; o Corruptômetro demonstrando quanto que o corrupto embolsa por minuto, além dos Mecanismos e Prática de Corrupção e o Dicionário da Corrupção.

Você também pode participar, através do envio de sugestões, críticas ou informações que possam ser colocadas no site. Além disso, empresas podem aderir ao Pacto Contra a Corrupção, através do preenchimento do cadastro existente no portal.

Vale a pena você conhecer e participar!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Código de Ética do Blog

Com o objetivo de contribuir para uma blogosfera mais consciente, ética e responsável, elaboramos um Código de Ética com as regras de conduta do Blog Ética nos Negócios e do Blog Entrevista CEO.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Você também trabalha para o governo...

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário divulgou nesse mês seu tradicional estudo indicando que as cidadãs e cidadãos brasileiros trabalharam 4 meses e 26 dias em 2007 para pagar os tributos (impostos, taxas e contribuições) nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal). Isso significa dizer que até o último dia 26 de maio, todo o esforço e dedicação dos trabalhadores deste país, serviram apenas para custear a máquina pública.

A carga tributária sobre os colaboradores das empresas, profissionais liberais e trabalhadores autônomos está crescendo ano após ano no governo Lula. Em 2003, foram necessários 36,98% do rendimento bruto do contribuinte brasileiro para arcar com a tributação inerente aos próprios rendimentos, consumo, patrimônio, etc... Em 2004, o comprometimento foi de 37,81%; 2005 saltou para 38,35%; 2006 pulou para a casa dos 39,72% e neste ano ultrapassou a barreira dos 40%.

Segundo ainda o IBPT, o tributo sobre a classe alta ficou estável e da população mais pobres houve um pequeno decréscimo. Tradicionalmente, é a classe média a mais sobrecarregada e por isso mesmo, foi verificado elevação na carga tributária.

Conheça todos os detalhes sobre o Estudo sobre os Dias Trabalhados para Pagar Tributos.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Não é só na política...

Neste mês de maio, foram divulgados os resultados da inédita pesquisa Perfil do Congresso e Percepção sobre as Reformas e Agenda Política realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com o objetivo de traçar um fiel diagnóstico (não partidário) sobre os problemas estruturais que afligem e assolam o nosso país.

Para nossa surpresa, o levantamento demonstrou que 73% dos parlamentares entrevistados, indicam que os desvios de conduta são influenciados pelo próprio “sistema político”, ou seja, a barganha e as negociações historicamente entranhadas na política nacional e, apenas 21% afirmam que esses desvios são de ordem pessoal. Como diria o jornalista Boris Cazoy: Isso é uma vergonha!

Mas, os atos de corrupção não fazem parte somente do ambiente público, ele também é verificado no mundo dos negócios, especialmente, no ambiente interno das empresas e foi isso que um estudo realizado por uma das maiores empresas de consultoria e auditoria do mundo, a KPMG, constatou.

Os entrevistados - 100 executivos da alta cúpula de multinacionais de 21 países, incluindo o Brasil – foram unânimes em afirmar das crescentes dificuldades que as transnacionais vêem enfrentando para frear as fraudes cometidas por colaboradores e fornecedores em suas subsidiárias instaladas nos quatro cantos do planeta e, a maioria delas, assumem não estarem preparadas para investigar ou coibir este tipo de ato.

A pesquisa não separou os dados relativos ao Brasil, mas segundo a KPMG o nosso ambiente corporativo está mudando influenciado, especialmente, por legislações de outros paises como a Sarbanes-Oxley (SoX) envolvendo as companhias listadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) e na Nasdaq, inclusive com a obrigadoriedade na elaboração e adoção de Códigos de Ética, com cláusula de proteção aos funcionários que denunciarem qualquer tipo de desvios de conduta, conflitos de interesse ou irregularidades à direção da companhia.

Além dos problemas ligados à imagem e reputação corporativa, os estratosféricos valores envolvidos nas fraudes são também uma justificável preocupação, pois acabam desvalcando os cofres e, consequentemente, reduzindo os resultados financeiros. Segundo, a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE) que congrega os maiores especialistas americanos em investigações de golpes nas empresas, estima que a corrupção corporativa fica com 5% das receitas das empresas americanas, ao algo em torno de US$ 652 bilhões.

Pegando o mesmo percentual estimado nos EUA e aplicando sobre o faturamento das 1.000 maiores companhias do Brasil (R$ 1,2 trilhão em 2.004) teríamos R$ 60 bilhões desviados do bolso das empresas para o bolso dos funcionários e fornecedores corruptos.

Quais os motivos que levam um homem a atravessar a gratificante linha da ética, da honestidade e da integridade, e passar para o lado da má conduta?

Vale a pena você conhecer outras pesquisas da KPMG: Pesquisa de Integridade 2005-2006 e A Fraude no Brasil 2004.